Colegiado das primeiras-damas realiza ação solidária

Nesta quinta feira, (02), o colegiado das primeiras-damas da AMAU – Associação de Municípios do Alto Uruguai, realizou uma ação solidária de doação de sangue junto ao Banco de Sangue do Alto Uruguai Gaúcho.
A iniciativa faz parte da campanha “Eu ajudo a salvar vidas”, que visa estimular a doação de sangue e também tem por finalidade a formação de novos grupos de doadores. A Presidente do colegiado e primeira-dama do município de Erechim, Rosmari Schmidt, acolheu as colegas que se deslocaram de suas cidades especialmente para realizar o ato voluntário e solidário, e agradeceu o empenho das primeiras-damas nas inúmeras iniciativas do grupo.
Na oportunidade o presidente da Associação Beneficente dos Receptores de Sangue de Erechim, Alexandre Lyrio, recepcionou as mulheres manifestando que o serviço hemoterápico é da região, portanto “todas vocês se sintam em casa”.
O Presidente da AMAU e Prefeito de Marcelino Ramos, Juliano Zuanazzi, elogiou a iniciativa do colegiado e parabenizou o Banco de Sangue pelos avanços e salientou a parceria com a associação.
O ex-administrador judicial do Banco de Sangue, Jackson Arpini, e coordenador da campanha “Eu ajudo a salvar vidas”, numa parceria com a Unimed Erechim, Associação Médica do Alto Uruguai e colegiado das primeiras-damas destacou o importante papel das mulheres na campanha e elogiou a iniciativa de dedicar um pouco do tempo, nas agendas atribuladas do dia a dia, para doar um pouco de si para outrem, no propósito, como bem diz o slogan, de ajudar a salvar vidas. Também aproveitou a oportunidade para agradecer a estreita relação do serviço hemoterápico com a associação de municípios, destacando que os avanços conquistados foram graças a colaboração da comunidade local e regional.
A iniciativa também teve por objetivo apresentar a unidade hemoterápica aos municípios que integram a AMAU, no sentido que os mesmos organizem caravanas de voluntários para doarem sangue, tendo em vista que a abrangência do serviço é de caráter regional.
Para algumas mulheres que doaram pela primeira vez a experiência foi prazerosa. “Saber que um pouco de tempo pode salvar vidas é muito gratificante. Saímos com o coração transbordando de satisfação”, argumentaram.

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